5 DJs gays que escreveram a história do House | #PrideWeek

Conheça 5 personalidades gays que ajudaram a escrever, junto com seus fãs, a história do maior gênero de dance music do mundo: O House.

Gays
Frankie Knuckles

Durante a década de 80 um gênero da dance music começou a surgir nos clubs marginalizados de Chicago. Um som cheio de emoção, energia, que contagiava seus ouvintes com influências no soul, R&B e na disco. Ainda tem quem gostasse de afirmar que o house music nascia para os gays.

Houveram várias personalidades que fizeram história dentro do gênero que hoje é um dos mais reconhecidos, entre tantos outros, do catálogo de citações sobre a música eletrônica. Para encorporar nosso conhecimento na semana da diversidade (#PrideWeek) aqui no Beat for Beat, separamos mais 5 grandes lendas do house, homossexuais, que ajudaram a escrever a história desse gênero que eu, você, seus pais ou seus filhos já tenham ouvido ou dançado pelo menos menos uma vez na vida.

1. Frankie Knuckles
O ‘Poderoso Chefão da house music’, Frankie Knuckles, nasceu no mesmo berço do gênero que o abraçou como profissional durante toda a sua vida. O DJ e produtor de Chicago, desde sua infância, já estava respirando house e foi 1997 que Knuckles conseguiu o Grammy Awards que consolidou sua carreira no mercado mundial da dance music. Frankie nos deixou em 2014, vítima de Diabetes, mas seu legado deixou clássicos como os remixes de ‘The Whistle Song’, ‘Get Involved’, ‘Change’ e  ‘Ain’t Nobody’.

2. Junior Vasquez
Com 69 anos e ativo até nos dias de hoje, Junior Vasquez é um dos nomes mais respeitados dentro da cena house de todo o mundo. Iniciando sua carreira nos anos 80, o americano ganhou a atenção do grande público com seu trabalho desenvolvido na Xtravaganza, um dos clubs gays mais famosos da América, na década de 90. Atualmente toca nos melhores clubs gays do mundo, com sets especiais recordando seus áureos tempos.

3. Danny Tenaglia
Daniel Tenaglia nasceu no Brooklyn, um dos bairros enraizados pela cultura negra americana, em Nova York, mas foi em Miami que o DJ ganhou seu devido reconhecimento. Com uma carreira cheia de remixes de grandes nomes do pop e do soul, Danny é famoso mundialmente por seu remix de Celeda, ‘Music is the Answer’. É tricampeão no International Dance Music Awards, bi no DJ Awards e ainda foi indicado ao Grammy em seu trabalho com a banda Depeche Mode, remix da track ‘I Feel Loved’.

4. Derrick Carter
Outro grande nome de Chicago que ganhou os ouvidos dos amantes do house é Derrick Carter.O DJ com 49 anos é um dos mais ativos dentro do circuito de festas e festivais de música eletrônica underground pelo mundo. Como remixer , trabalhou para diversos artistas, incluindo The Beloved, The Human League, Ricky Martin, Boris Dlugosch, Modjo, DJ Sneak e Röyksopp. Desde 88 que Carter comanda as pistas com o melhor do consagrado gênero.

5. Larry Tee
Larry também é americano e hoje atua no cenário eletrônico de Berlim. Participou não só do boom da house music, bem como do empenho em consolidar a cena electroclash de NY, no início dos anos 2000, lançando nomes como RuPaul, Scissor Sisters, Fischerspoone, Peaches, WIT e Avenue D. Também colaborou em trabalhos de artistas como Afrojack e Steve Aoki. Durante a década de 1990, Tee se tornou um DJ de destaque ao tocar em clubs conceituados como o Palladium, o ROXY e o Twilo. Em 1992, Tee co-escreveu ‘Supermodel (You Better Work)’ com a drag queen RuPaul.

Comentários

DJ, marketeiro, um caipira-paulistano. House e Groove pra dançar, Trance pra sonhar.