Pesquisa revela que ‘Millennials’ se endividam por festivais

Mais de 20% dos jovens americanos assumiram ter dívidas referentes a festivais de música e suas experiências. Confira os detalhes.

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Você já comprou um ingresso para algum festival, sabendo que poderia não ter o dinheiro suficiente para ir nele depois? Pode ser que você se sinta muito mal fazendo isso, mas com certeza você não é o único. Uma pesquisa feita pela CompareCards, da Lending Tree, entrevistou mais de 1000 americanos em Julho para descobrir seus hábitos de consumo em eventos. No fim das contas, mais de 23% dos entrevistados admitiram ter dívidas relacionadas a festivais de música.

E quais são os motivos das dívidas? Compra de alimentos, bebidas, acomodações e passagens aéreas e rodoviárias, tudo isso e mais um pouco se soma ao custo dos ingressos. Dos entrevistados, 53% compareceram a um festival no ano passado, com 28% declarando que tenham gasto no mínimo 500 dólares (Cerca de 2 mil reais).

Uma das causas seriam que grandes eventos de música, principalmente eletrônica, estão espalhados por todo o mundo e disponíveis o ano todo. Além de eventos populares nos EUA como Ultra, EDC e Coachella, muitos americanos viajam globalmente para eventos de primeira linha como o Tomorrowland. Além disso, os ingressos de festivais em si parecem ficar mais caros ano após ano, com incidências de um único ingresso ir de 300 para 600 dólares. Caro não?

Ainda assim, gastar com seus festivais favoritos não é tão ruim. O comentarista em finanças e consumo Jean Chatzy, destacou em outra pesquisa que, na maioria das vezes, as experiências trazem mais felicidade do que objetivos físicos. Tais experiências sempre envolvem conhecer novas pessoas e ter memórias felizes eternas, algo que o dinheiro não pode comprar (ou não podia). O recomendado é ser consciente com seu dinheiro, para que futuramente você possa participar cada vez mais de festivais de música, afinal, eles só tendem a aumentar cada dia mais e sempre estarão procurando um espectador como você.

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DJ, marketeiro, um caipira-paulistano. House e Groove pra dançar, Trance pra sonhar.