Playground São Paulo: Quando as raízes prevalecem

A tour de 12 anos do Playground Music Festival pelo Brasil chegou à São Paulo com ótima organização e muita musicalidade representativa.

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Quando lembramos das antigas raves que aconteciam na década passada, lembramos também da Playground, que hoje com a ascensão da música eletrônica em nosso país, já se transformou com a sua solidez no mercado, em um festival de quatro palcos. Mesmo com tantas atrações confirmadas, as raízes importantes do Play prevaleceram diante de todo seu público.

O festival teve um excelente destaque em sua ótima organização, mesmo que com filas um tanto quanto grandes, a segurança estava muito boa comparada à outros eventos de mesmo porte que aconteceram em locais semelhantes na região. Outro ponto bem positivo a ser destacado é a qualidade do soundsystem do evento, deixando muita edição brasileira de eventos gringos aos seus pés.

Os palcos estavam bem distribuídos e as estruturas decorativas muito bem pensadas, mais um ponto positivo para as placas hexagonais da PlayTech, um espetáculo à parte com os dj’s confirmados no stage.

Quanto ao backstage, um pouco vazio em alguns horários, ressaltamos as grandiosas apresentações de Mr Belt & Wezon, que mostraram para um público que em muitos momentos não entenderam sua sonoridade, o poder da House Music raíz da Europa. Outro grande show foi o de Flow & Zeo que lotou a pista Soul Club.

Ao amanhecer, nada se comparava ao seu grandioso mainstage, com as apresentações de Astrix, Undercover, Berg e muitos outros grandes artistas nacionais e internacionais, que seguraram um público fiel até às 16h do Domingo. Resumidamente, o Playground Music Festival é o que esperamos dos principais festivais nacionais em suas edições pelo Brasil: Honra à suas origens.

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DJ, marketeiro, um caipira-paulistano. House e Groove pra dançar, Trance pra sonhar.