O artista brasileiro tem suas tracks sendo tocadas por grandes nomes do tech house como Gabe, Cloonee e Blackchild
A melhor forma possível de receber validação em uma carreira como produtor de música eletrônica é quando nomes importantes decidem tocar suas faixas. Muitas vezes, esse tipo de apoio acaba sendo tão ou mais importante que qualquer estratégia de marketing digital durante o período de lançamento de uma música ou EP. Felipe Fella vem conseguindo tal validação e os nomes envolvidos são de peso.
O artista de Tech House, que vem aumentando sua lista de ouvintes a cada dia e a cada nova iniciativa musical, já carrega nas costas o aval de Cloonee para a faixa “About Us” – produzida em parceria com Nicolau Marinho – e Youniverse (e novamente Cloonee) para a faixa “That Girl” – esta, uma collab com Na7an ainda não-lançada. Além disso, Blackchild cuidou de tocar “Full Grown” no homérico Hï Ibiza e “Se Acabou” no Ultra Beach espanhol.
“Esses suportes têm sido a minha principal motivação para produzir música quase que diariamente e continuar em busca dos meus objetivos, principalmente desde o começo da pandemia até hoje. Por mais que tenha acontecido muito ultimamente, cada vez que encontro um vídeo novo fico tão satisfeito quanto da primeira vez. É muito gratificante ter o apoio e a confiança de quem a gente admira”, conta Felipe, que tem “se acabado” na dedicação diária ao estúdio.
Por falar em “Se Acabou”, a track foi tocada diante do público do Rock in Rio pelo Gabe, outra goleada de Felipe Fella nos tempos recentes. Desta maneira, o artista reafirma sua posição como um nome refrescante da cena, ele, que já tem passagens por por labels renomadas como CUFF, Hellbent, Silky e Cr2, além de releases confirmados pela frente por Nervous, Hellbent e Issues.
Felipe compreende, portanto, a importância da abordagem de colocar seu som na mão das pessoas. “O principal é não ter pressa. Trabalhar quieto até ter certeza que chegou em um resultado bom. Depois, com a música em mãos, é importante não parecer insistente nem ser inconveniente com os artistas, mas ao mesmo tempo você precisa ser um pouco cara de pau também. Tem que fazer as pessoas ouvirem a sua música. Os grandes nomes gostam de tocar coisas exclusivas, que ninguém ouviu ainda. Eles querem receber músicas novas para tocar. A maioria disponibiliza publicamente um e-mail para isso. A grande questão é a pessoa ter a percepção de saber se a música que ela fez se encaixaria ou não no set de determinado DJ”.
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