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Via UnderGROUND

Harpianyx traz empoderamento e resiliência em seu novo projeto

Aos 42 anos, Suzan Athayde dá start ao projeto Harpianyx, que é focado no Synthpop. Leia a nossa conversa com a artista e conheça o projeto.

Harpianyx

A vida é imprevisível, cheia de reviravoltas. Os processos levam tempo e nem tudo sai como planejado. Mas quando a paixão guia nosso caminhar, cedo ou tarde, ela te levará para onde você sempre desejou estar. Suzan Athayde conhece bem a premissa do “nunca é tarde para seguir um sonho” e, aos 42 anos, inicia sua trajetória na música eletrônica, apresentando o projeto Harpianyx,

Apesar de só agora se lançar ao mundo da Dance Music, a artista tem uma longa jornada na música. Isso porque ela é cantora desde os 15 anos de idade, tendo participado de diversas bandas de Rock  e projetos cover no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de ter se dedicado ao estudo do canto, música e produção, durante todos esses anos. Tudo isso a fim de construir uma bagagem e conhecimento vasto que, agora, culminam no lançamento de sua carreira na música eletrônica – uma paixão e sonho que ela vem alimentando há muito tempo e, após esses processos de evolução pessoal e liberdade, é possível trazer ao mundo.

Como Harpianyx, sua identidade é pautada no Electro e Synthpop, explorando synths, ritmos envolventes e melodias sensíveis, que trazem mensagens de autoconhecimento, liberdade, aceitação e, principalmente, empoderamento, já que um dos propósitos do projeto é quebrar tabus e empoderar outras mulheres de sua idade, mostrando que o melhor momento de ir atrás dos seus sonhos é agora.

O start do projeto veio com o lançamento de ‘Start Again’, uma produção que logo no título já traz a ideia de recomeço e esperança, propondo uma viagem sonora sensível, que desperta esses sentimentos e sensações, através de beats ritmados, synths vibrantes e um vocal de impacto. Esta chegada ao universo eletrônico, suas perspectivas e futuro foram alguns dos temas que guiaram nossa entrevista com a artista, confira:

Beat for Beat – Olá, Suzan! Seja bem-vinda à Beat for Beat. Para começarmos o nosso papo, não tem como não abordarmos o início de sua conexão com a música eletrônica. A gente sabe que você já cantou rock, participou de bandas covers e a paixão pela Dance Music não é recente, mas afinal, quando começou? E o que te levou a investir nesse universo de forma mais profissional?

Harpianyx – Olá pessoal! Obrigada pelo espaço e pela recepção! Sempre fui entusiasta desse tipo de som, e poderia dizer que foi onde tudo começou de fato! Passei a infância e a pré adolescência sentada na frente do estéreo, gravando as playlists de programas de rádio. Como não havia internet, e como baixar as músicas, eu preenchia fitas cassete diariamente com sons gravados desta forma! E os programas favoritos eram de classic dance music (além dos de sons clássicos, hits eternos como Queen, que depois me fizeram transitar pelo rock).
E comecei a levar mais a sério porque as músicas estavam ficando realmente bonitas, as pessoas pra quem eu mostrava pareciam estar realmente curtindo, então a ideia foi investir nelas, para que outras pessoas pudessem ouvir e gostar também! Sou sempre muito sincera no processo de composição e tenho este desejo de espalhar estas mensagens o mais longe possível…

Apesar de lançar o projeto agora, há anos você vem se dedicando ao estudo da produção musical e de outras áreas da música eletrônica. Como essa preparação foi fundamental para o resultado final do projeto Harpianyx? Você sempre se identificou com o Electronica e Synthpop ou neste processo, houve experimentações por outras vertentes?

Harpianyx – Depois de décadas transitando entre gêneros do Rock, e editando e produzindo estes sons, me vi um dia com experiência suficiente para criar sons diretamente em meu estúdio, utilizando um controlador MIDI e minha imaginação – a possibilidade de poder fazer isso sem vários outros membros de banda também fez tudo mais viável! E lá estava eu, replicando aqueles sons da minha infância e tomando caminhos totalmente diferentes dos usuais! Electronica e Synthpop é o que atualmente soa agradável ao meu ouvido, pois os sons bebem desta fonte clássica e são mais simples, inovativos…

Harpianyx

Falando em processos, quais as maiores dificuldades que você encontrou na produção musical e para se inserir no universo eletrônico?

Harpianyx – Colocaria mais como desafios que foram necessários para que eu chegasse no estágio de poder criar a música do início ao fim, conhecer as ferramentas, adaptar meu canto pra um estilo mais suave que destaca bastante a voz, porém claro tive ajuda, na aprendizagem de pessoas muito queridas pra mim… Para se inserir no universo eletrônico, já que é meu debut, veremos agora como tudo se sai! *risos* Mas até o momento tem sido muito positiva a recepção!

Conta um pouco mais das inspirações para esse projeto, como funciona o seu processo criativo e quais as influências você traz para o Harpianyx.

Harpianyx – MGMT e The Knife me impactaram muito, Bjork já disse em uma entrevista sobre som eletrônico: só não tem coração se quem está compondo não tiver coração…. Meu processo criativo sempre começa com trazer pra realidade alguma frase ou melodia que aparece em minha cabeça. Experimento com levadas, ritmos diversos, até que “click”, e eu sei que aquela música vai poder se tornar algo a mais… Daí vem o processo de buscar uma linha vocal e uma letra e de expressar sinceramente um sentimento que estou vivenciando e trazer junto um significado espiritual para a lição que estou vivendo no momento.

‘Start Again’ é a faixa que dá início a esse novo momento de sua carreira e combina perfeitamente com o momento, trazendo essa mensagem de aceitação, liberdade e resiliência em uma melodia cativante, mas ainda sensível. Como foi criar essa faixa e quais elementos você buscou ressaltar nesta produção?

Harpianyx – Eu gosto de imaginar a levada das minhas músicas como um tambor xamânico, considerando que estas batidas têm tudo a ver com o mundo dance, e Start Again é um encantamento para libertar a todos que o ouvem, para que comecem de novo sem medo, de olhos bem abertos, sempre trazendo à consciência o que liberta a sua alma, pois sem isso nada nessa existência terá o mesmo sabor….

Ficamos curiosos, de onde surgiu o nome “Harpianyx”? O que ele significa para você?

Harpianyx – Harpianyx veio do desejo de ter um nome que trouxesse as características da águia local brasileira, numa junção com NYX que é a personificação da noite na mitologia grega. Traz esta ideia de encantamento com a música… De voar pela noite com a segurança de uma águia gigante, que é a sensação que eu busco com minhas músicas!

O que você espera alcançar como artista nos próximos anos? Existem metas específicas nas quais você está trabalhando?

Harpianyx – Minha meta é manter a consistência com minhas criações para que elas alcancem de maneira gradual o maior público possível, e com isso montar um corpo de criações que espelhe minha jornada para que eu possa compartilhar com todos…

Por fim, gostaríamos que você falasse um pouco mais da mensagem de empoderamento, autoconhecimento e liberdade que você traz para o conceito do projeto… Obrigada pelo papo 🙂

Harpianyx – Acredito que devemos realmente pensar e investigar nossos sonhos e nossas expectativas. Nessas ideias estão as experiências que nos motivam, que fazem nossa alma arder, o que faz a vida fazer sentido, mesmo que às vezes pareça uma loucura seguir por um caminho diferente, é esta a sensação que sempre acompanha fazer algo diferente, então diante do desconhecido, coragem! Coragem para viver e tomar rumos diferentes, nunca é tarde demais, basta estar vivo e assim desejar. Obrigada pelo apoio!

DJ, Produtor, Redator, Libriano e Sonhador. Trance para amar e Techno para dançar, com uma taça de Gin para acompanhar. Onde é o after?

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