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Entrevista

Entrevistamos: D.Marco

Usando o tempo de pandemia para estudar mais ainda produção musical e aprofundar-se em sua sonoridade, D.Marco bateu um papo com a gente.

D.Marco

Assim como o ano pandêmico influenciou no fim de algumas carreiras, ele também impulsionou outras. Quem passou por essa transição foi D.Marco, projeto paulista de música eletrônica que vem conquistando seu espaço na cena e, que aproveitou essa pausa, para estudar ainda mais produção, aprofundando-se em sua sonoridade e versatilidade.

Após uma pausa em sua carreira, o DJ e produtor retornou ao cenário musical em 2015 e desde então emplacou hits em gravadoras internacionais, além de ter conquistado posições significativas no Beatport e no Traxsource, plataformas do exterior que trabalham com venda de músicas eletrônicas. O artista também já se apresentou junto com grandes nomes, como Dashdot, Gabriel Boni, Pontifexx, Chemical Surf, Bruno Be, Ashibah, Soldera, D-Nox, Dre Guazzelli, Jetlag, entre outros, e subiu em palcos inesquecíveis.

Em conversa com o Beat for Beat, o artista contou um pouco mais sobre sua carreira, suas inspirações e apresentações especiais, além de um spoiler do que podemos esperar de D.Marco este ano. Confira!

Beat for Beat – Após alguns anos afastado, o que te motivou a voltar para a sua carreira musical?

D.Marco – Mesmo longe de exercer de fato a profissão artística, a música eletrônica nunca esteve distante de mim e muito menos a vida noturna. A semente sempre esteve plantada, mas germinou de vez quando a pandemia chegou ao Brasil e tivemos que ficar em casa. Foi o momento de remontar o estúdio e colocar a cara nas produções de novo, um caminho sem volta!

Quais, ou quem, são suas maiores inspirações na hora de produzir?

D.Marco – Música eletrônica dos anos 90, 2000 e meados de 2012 a 2014, além do House atual. Também Soul, Disco, Indie e R&B. Artistas são muitos, alguns nomes: Earth n Days, Kaz James, Robert Burian, Phantoms, Zhu, Purple Disco Machine, Claptone, Discotron, Dennis Ferrer, Sonny Fodera, Bem Bohmmer, Nora en Pure, Vintage Culture, Meca, Aline Rocha, Sugar Hill, Thomaz Krauze, Zerb, Dashdot, entre outros.

Quais foram suas apresentações mais especiais, tanto no Brasil, como fora? Conte-nos mais sobre elas.

D.Marco – Abertura para o show do Dashdot em 2016, na Safe Floripa. Um club intimista perto da lagoa, lotado e com uma vibe incrível. Lembro de tocar algumas tracks próprias e recebi um feedback deles enquanto esperavam pra tocar: “belas tracks, parabéns!”. Outra que me lembro bem, foi o Natal nos Trilhos em São Paulo, 2018, com Gabriel Boni. Toquei por volta das 3 horas da manhã, tinha muita gente na pista, gritando a cada drop. Saí da GIG pingando de suor, mas com a energia renovada!

Como foi a sensação de ter tracks bem posicionadas no Beatport?

D.Marco – Coração acelerado, frio na barriga e o dedinho nervoso atualizando o site a cada 5 minutos. É um grande prêmio pelo esforço de fazer música, quem produz sabe do que estou falando. Estar entre as músicas mais baixadas pelos DJs no mundo, é difícil de assimilar, um presentão.

Se você tivesse de indicar 3 músicas suas para pessoas que ainda não conhecem o D.Marco, quais seriam?

D.Marco – Como ainda não posso indicar as que ainda serão lançadas (que já são minhas queridinhas), destaco ‘Closer’, ‘Home’ e ‘Ask Again’. Ainda com dor no coração por deixar algumas outras de fora. =)

Pode nos dar algum spoiler do que está por vir este ano do projeto D.Marco?

D.Marco – Um ano como resultado de um 2020 em estúdio, com muitas experimentações, arriscadas e formação sonora. No primeiro semestre, os lançamentos virão com essa cara. Já no segundo, as tracks virão com uma identidade mais perene, influenciadas pela House Music e Disco.

Além disso, projetos que vão endossar a parte artística estão engatilhados, como labels de festas com conceitos disruptivos e jamais vistos em São Paulo. A ideia é influenciar o cenário local fazendo algumas “provocações” ao que já está estabelecido como padrão de experiência de entretenimento no que diz respeito à música eletrônica no país.

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DJ, Produtor, Redator, Libriano e Sonhador. Trance para amar e Techno para dançar, com uma taça de Gin para acompanhar. Onde é o after?

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