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Descubra: Villain Mode

O que define a assinatura musical de Villain Mode? Conheça o duo formado pelos DJs, produtores e amigos Kauê Araújo e Lenon Silva.

Villain Mode

Villain Mode | Foto: por Fernando Sigma (@fernando_sigma)

Os paulistas Kauê Araújo e Lenon Silva do Villain Mode vieram pra mostrar que sintonia, combinação certa de elementos e uma boa pesquisa musical fazem toda diferença para manter uma identidade sonora distinta e de qualidade. Com lançamentos que passeiam pela estética do Tech House com bassline pulsante, melodias marcadas por timbres fortes e grooves bem delineados, a dupla sabe muito bem como ferver uma pista. Com tanta energia através de suas faixas e sets, resolvemos ir até eles para saber quais são as inspirações, experiências e planos futuros por trás do projeto.

Beat for Beat – Vocês se conheceram fazendo um curso de discotecagem né? Antes desse approach, vocês já tinham vivência com a música?

Villain Mode – Na verdade, nos conhecemos em uma festa, na pista, falando de música. Após um tempo de amizade, decidimos começar a fazer o curso. No começo de forma individual, cada um com seu projeto. Naquela época, nenhum de nós tinha vivência musical.

Como se deu a ideia de iniciar o projeto do Villain Mode? Quais eram as primeiras expectativas?

Villain Mode – Quase no final do curso de discotecagem, estávamos conversando em como íamos nos apresentar, qual o conceito de cada projeto e então surgiu a ideia de um projeto duo. Até então, ainda estávamos amadurecendo nosso gosto musical e influências, hoje parece que não, mas isso levou um certo tempo.

Falando agora um pouco sobre as influências sonoras: quais artistas estão no topo da pirâmide como grandes referências e quais sempre estão no case de vocês, fazendo parte dos DJ sets?

Villain Mode – Podemos afirmar que somos movidos por nossas influências. Somos grandes admiradores de House music e diversos outros sons que se fizeram presentes na década de 80/90 como New Order, Depeche Mode (pouca gente sabe, mas parte do nosso nome foi inspirado neles) e Michael Jackson. No que refere a House Music, curtimos muito DJ Sneak, Todd Terry, Gene Farris e Louie Vega.

Nosso case é bem extenso, além de obras originais e/ou remixes dos citados acima, podemos lembrar de Loco Dice, Dj Tennis, Kenny Dope, Peggy Gou, Sidney Charles, Jamie Jones e The Martinez Brothers, dentre vários outros.

Hoje existem muitos projetos de Tech House na cena e até se fala sobre um som genérico… na visão de vocês o que é preciso para executar uma assinatura de Tech House mais original e distinta dos demais?

Villain Mode – Na verdade, nós até concordamos com essa afirmação. Por esse motivo não costumamos dizer que somos uma dupla comum de Tech house, nosso apego pela House music e toda sua história, cultura e tradição nos ajudam a entregar sempre algo diferente do que se tem visto por aí. Nada contra, mas dificilmente verá um DJ set nosso construído só de hits. Ou seja, música boa, sim. Só hit, não.

Imagino que ao longo dos anos o projeto tenha sofrido algumas transformações… quais foram as principais do começo até aqui?

Villain Mode – Sim! Foram várias fases, mas tudo foi mudando de forma bem orgânica, seria impossível demarcá-las ou classificar qual foi mais importante. Acreditamos que todo o processo serviu para aos poucos ir colocando as coisas no caminho certo.

Villain Mode 1

Tivemos um ano difícil e atípico, ainda assim é possível planejar metas para 2021? O que vocês esperam do próximo ano neste cenário de incertezas?

Villain Mode – De fato 2020 foi um ano difícil. Mas logo no início desta fase combinamos que não sairíamos disso da mesma forma que entramos. Estudamos bastante e continuamos com diversos trabalhos como a construção de nosso próprio estúdio (atualmente em fase final). Quanto a 2021, podemos dizer que é sim possível planejar e que não vemos a hora de colocar algumas coisas em prática.

E se fossem se imaginar daqui a 5 anos, onde vocês estariam no cenário ideal?

Villain Mode – Já que é pra imaginar, não vamos economizar [risos] Não tem como a gente ter citado todas essas referências e não se imaginar tocando no Amnesia em Ibiza, no Space em Miami ou Warung Beach Club. Talvez em grandes festas que também acontecem aqui no Brasil como Circoloco, Time Warp ou DGTL. Uma coisa é certa, vamos trabalhar muito para que se concretize.

Por fim, uma pergunta mais pessoal: qual a principal mensagem que a música traz para vocês? Obrigado!

Pra essa vamos deixar uma track! Joe Goddard – Music Is the Answer (Hot Since 82 Remix), essa sem dúvidas é a maior mensagem.

Nós que agradecemos o espaço, foi sensacional.

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DJ, Produtor, Redator, Libriano e Sonhador. Trance para amar e Techno para dançar, com uma taça de Gin para acompanhar. Onde é o after?

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